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E ai galera! Bem-vindos a mais um texto da nossa série sobre transtornos depressivos. No texto de hoje, vamos falar um pouco sobre o cérebro depressivo – como a depressão afeta o nosso cérebro e o nosso sistema nervoso no geral.

Porque a depressão não é algo somente do psicológico, mas que pode sim mudar o funcionamento cerebral. Justamente por isso que, para muitas pessoas, o tratamento da depressão vai se dar não somente na terapia, mas de forma medicamentosa, também.

O que é depressão e como ocorre?

Diferente da tristeza profunda, a depressão pode ser causada por uma série de fatores, entre eles:

  • Pré-disposição genética
  • Estilo de vida pouco sustentável
  • Estresse constante;
  • Falta de exercício físico;
  • Alimentação e sono desregulado;
  • Eventos traumáticos – como um término de relacionamento, perda de alguém querido ou perda do emprego.

Enquanto a tristeza é uma emoção incômoda que surge após algum evento real, servindo para você se reorganizar e se preparar para lidar com essa situação da vida – ou seja, ela vem por um tempo e passa -, a depressão não necessariamente precisa de um acontecimento real que te leve aos sintomas.

Ainda assim, a depressão pode se manifestar como uma sensação de tristeza, te prejudicando no convívio social e diminuindo sua capacidade de concentração.

Também, ela pode vir acompanhada por uma dificuldade de se engajar em atividades que antes te davam prazer. A diferença é que, mesmo parecida com a tristeza, essa sensação não vai embora sozinha, ela perdura por, pelo menos, duas semanas.

Quais são as causas e sintomas de depressão?

Principais causas:

  • Pré-disposição genética;
  • Evento traumático durante a vida;
  • Estilo de vida pouco sustentável;
  • Estresse constante;
  • Falta de exercício físico;
  • Alimentação e sono desregulados.

Principais sintomas:

  • Humor deprimido na maior parte do dia;
  • Perda de interesse ou prazer nas atividades que antes traziam prazer;
  • Perda ou ganho significativo de peso repentino;
  • Redução ou aumento considerável do apetite;
  • Insônia ou hipersonia regularmente;
  • Fadiga ou perda de energia quase todos os dias;
  • Sentimentos de inutilidade ou culpa excessiva;
  • Capacidade diminuída para pensar ou se concentrar.

Cérebro depressivo: como a depressão afeta o cérebro?

Você já ouviu falar dos famosos neurônios? Pois então, são eles os responsáveis por fazer o nosso cérebro funcionar bem!

Em que parte do cérebro ocorre a depressão?

Mas os neurotransmissores não podem fazer isso sozinhos. Isso porque, como em qualquer relação, esses neurônios precisam ter uma boa comunicação entre si e com o nosso corpo.

E quem faz essa comunicação acontecer são os neurotransmissores! Nesse sentido, quando falamos de depressão, o principal neurotransmissor é a serotonina.

Por essa razão, no tratamento medicamentoso da depressão, procura-se aumentar os neurotransmissores certos para conseguir ajustar a função desses neurônios.

O que a depressão faz com o cérebro?

Quando uma pessoa está em depressão, alguns neurotransmissores, por algum motivo, não circulam como deveriam. Isso acaba criando falhas na comunicação entre os neurônios – e entre nosso cérebro e nosso corpo todo.

Então, quando você deveria sentir prazer em alguma atividade e essa comunicação não acontece corretamente no cérebro, a mensagem que seu corpo vai receber não será de prazer.

Ou então, quando acontecer algo que normalmente te deixaria feliz, o seu corpo não vai entender dessa forma e você vai começar a perceber e sentir o mundo de uma forma mais apática.

Como funciona a mente depressiva?

Quando você está em depressão o seu cérebro depressivo vai aprendendo que os estímulos que antes te traziam felicidade e prazer, já não trazem mais. Logo, ele entende que não faz diferença você seguir com as atividades que você costumava fazer.

Se antes você se sentia animado para sair com os amigos, ir ao parque ou para passear com seu cachorro, com um cérebro depressivo, você não vai ter vontade para fazer essas atividades.

É nesse momento que começa o ciclo da depressão, já que essa falta de vontade nos faz ficar cada vez mais distantes daquelas coisas que trazem sentido e alegria para nossa vida.

O que causa a falta de serotonina no cérebro?

Apesar de existirem muitos estudos sobre esse neurotransmissor, ainda é difícil estabelecer uma causa específica para a diminuição dele no cérebro. Ainda assim, o que podemos dizer é que os níveis de serotonina podem ser afetados por diversos fatores, incluindo:

  • Dieta alimentar;
  • Estilo de vida;
  • Uso de medicamentos;
  • Pré-disposição genética;
  • Ambiente estressor;
  • Falta de exercício físico.

Quais os neurotransmissores envolvidos na depressão?

O mais conhecido é a serotonina, um neurotransmissor que atua no cérebro e em outros sistemas do corpo proporcionando a sensação de bem-estar. Além deste neurotransmissor, é possível que o desequilíbrio da noradrenalina e da dopamina também aumente o quadro de depressão.

Esse desequilíbrio entre os neurotransmissores atinge, principalmente, as áreas cerebrais relacionadas à memória, à motivação, à capacidade de atenção e à capacidade de planejamento.

Como funciona a depressão no sistema nervoso?

O nosso sistema nervoso é responsável por receber e interpretar mensagens vindas de várias partes do corpo. Já que essa comunicação, entre corpo e cérebro, fica prejudicada durante a depressão , a mensagem que nosso sistema nervoso central envia ao corpo é distorcida. Em consequência, surgem os sintomas da depressão que citamos anteriormente.

Tratamento para a depressão da Eurekka

Aqui na Eurekka, acreditamos que pra vencer a depressão é preciso agir de fora pra dentro. Ou seja, não tentamos fazer você ter vontade para fazer as coisas que antes da depressão você gostava, mas justamente o contrário.

Sendo assim, o psicólogo vai te ajudar a fazer essas mesmas coisas, apesar da falta de vontade. Já que a depressão te desconecta das atividades prazerosas da vida, a nossa missão é reconectar você a elas.

Pois pouco a pouco – um passinho de cada vez -, a vontade volta e a depressão, que antes parecia um problemão sem solução, começa a ficar pequenininha e sua vida volta a ter sentido e prazer!

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