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Fala, galera! Bem-vindos a mais um texto da nossa série de transtornos depressivos. No texto de hoje a gente vai conhecer a distimia, entender como ela difere da depressão e aprender a identificar os sintomas, com um teste de distimia!

O que é distimia?

A distimia é um tipo de depressão duradoura e persistente. Enquanto uma depressão dura alguns meses, na distimia o  sentimento de estar triste, “na pior” e não conseguir fazer as suas atividades ou nem sentir prazer nelas, na maior parte do dia, dura anos.

A distimia acaba impactando na capacidade das pessoas de se relacionarem e manterem um relacionamento amoroso, porque elas estão sempre focadas no lado “pessimista” e doloroso da vida – e pode ser difícil dividir a vida com alguém que tem muita dificuldade de se sentir satisfeito e realizado.

Frequentemente, pessoas com distimia sentem que foram assim “a vida inteira”, porque a distimia geralmente começa na infância, na adolescência ou no início da idade adulta. Embora o comum seja que os sintomas sejam mais leves, a falta de tratamento e outras circunstâncias de vida da pessoa com distimia podem levar a uma depressão mais severa, com sintomas fortes.

Assim como ela pode piorar, no meio desse período é até possível que a pessoa se sinta melhor, mas geralmente essa “melhora” não dura mais do que poucas semanas, e logo ela volta a se sentir na fossa de novo.

Quais são os sintomas da distimia?

Os sintomas da distimia são praticamente os mesmos que os da depressão. Sendo assim, existe uma longa lista de sintomas e varia de pessoa para pessoa quais e quantos deles estão presentes. Porém, em maior ou menor intensidade, a maioria das pessoas já passou por alguns desses sintomas na vida.

No entanto, as pessoas com distimia experimentam pelo menos dois deles em uma intensidade alta o suficiente para causar sofrimento quase diário e prejuízo nas atividades acadêmicas, profissionais, sociais, de relacionamento etc.

Alguns dos sintomas são:

  • Mudanças de peso;
  • Mudança de apetite;
  • Variações no seu sono (seja insônia ou hipersonia);
  • Baixa auto estima;
  • Sensação constante de desesperança com a solução dos problemas.

Causas da distimia

A distimia não tem uma causa única e a explicação para a distimia de cada pessoa vai estar “diluída” entre a genética e as experiências de vida dessa pessoa em específico. Logo, não existe uma fórmula perfeita para prever se uma pessoa vai ter ou não distimia.

Dito isso, desafios e traumas na infância, como a perda ou a separação dos pais, bem como ter parentes de primeiro grau que tenham enfrentado ou estejam enfrentando uma depressão, são fatores que estão relacionados com a distimia.

Teste de distimia para identificar a doença

1. Você se sente triste, desanimado, na maior parte do dia, quase todos os dias, há pelo menos dois anos?

  • Sim
  • Não

2. Você apresenta dois ou mais dos seguintes sintomas?

  • Ficar sem apetite ou apetite maior que o normal quando está triste;
  • Dormir muito menos ou muito mais do que o normal;
  • Ficar muito cansado e com pouca energia;
  • Pensar pouco de si, ter baixa autoestima;
  • Não conseguir se concentrar ou tomar decisões;
  • Sentir desesperança, como se não existisse um futuro.
  • Sim
  • Não

3. Esses sintomas prejudicam você nos estudos, no trabalho, ou na relação com as outras pessoas?

  • Sim
  • Não

4. Você já descartou a possibilidade de esses sintomas serem efeitos de medicação, drogas, ou uma doença (principalmente hipotireoidismo)?

  • Sim
  • Não

Se você respondeu sim para a maioria dessas perguntas do teste de distimia, é importante que você procure um médico ou um psicólogo para realizar uma avaliação mais completa!

Faça uma avaliação com a Eurekka

Se for o caso, você pode clicar aqui e marcar uma conversa inicial com um dos terapeutas da Eurekka, que atendem presencialmente ou online – te ajudando independentemente do lugar do mundo que você está! Também, te convidamos a acessar o conteúdo da Eurekka em outras plataformas, como: Instagram, Facebook e YouTube.

Atenção: outras condições ou circunstâncias podem apresentar os mesmos sintomas! Sendo assim, é importante que seja investigado se esses sintomas não se devem ao uso de alguma droga ou medicação, ou a alguma doença orgânica (como, por exemplo, hipotireoidismo).